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Ministro diz que não vai rever aumento do funcionalismo - 19/12/2007
Rio - Um dia depois de dizer que iria apresentar a proposta de retardar as decisões sobre os reajustes dos servidores federais por causa do fim da CPMF, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, voltou atrás e afirmou que os aumentos salariais do funcionalismo não vão entrar na lista de cortes do Orçamento 2008. As contratações de novos funcionários também escapariam da degola. “Até porque parte das contratações é exigida pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Tribunal de Contas da União”, destacou.

Apesar da manutenção dos reajustes, a orientação no Ministério do Planejamento continua a ser a de não enviar ao Congresso Nacional projetos de lei sobre o tema. Na avaliação de Sérgio Ronaldo da Silva, diretor da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), essa suspensão é prejudicial. “Atrapalha o processo. Esperávamos que alguns projetos ainda fossem para o Congresso este ano”, lamentou.

A Condsef entrega hoje ao Planejamento uma contraproposta para o reajuste dos servidores da Previdência, da Saúde e do Trabalho. O sindicato quer a incorporação de todas as gratificações ao vencimento básico, antecipação das parcelas do aumento de 47% do ano passado e criação de gratificação fixa, com o mesmo valor, para ativos e inativos. Na última reunião, o governo havia falado em acabar com as gratificações, mas sem incorporar todas, e instituir uma bonificação variável de acordo com avaliações.

Fonte: O Dia Online

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