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Unasus cobra providências do MS para os servidores de Alagoas - 16/04/2012
A União Nacional dos Auditores do SUS – Unasus, representada pela sua presidente Solimar Mendes e os Conselheiros Carlos José Menezes de Sá Barreto (RO) e Silvio Marcelo Costa Freitas (AL), reuniu-se em Brasília, na última sexta-feira (13), com técnicos, Victor Parames e Hermano da Subsecretaria de Assuntos Administrativos (SAA), do MS, para cobrar posicionamento com relação à interdição do edifício onde funciona o Escritório de representação do MS.

Em decorrência dessa interdição os técnicos do serviço de Auditoria do Estado de Alagoas estão sem realizar suas atividades, por não terem acesso ao prédio onde trabalhavam, pois, o termo de interdição expedido pela Justiça daquele Estado não permite aos servidores adentrarem ao referido imóvel para retirarem instrumentos e papeis de trabalho. De acordo com o diretor do departamento, os servidores não sofrerão prejuízos tanto funcionais como financeiros.

Victor Parames, assessor da SAA, informou ter estado próximo ao prédio onde funcionava o escritório, porém não pode adentrar ao mesmo em decorrência do ato de interdição, mas avaliou que a reforma custaria aos cofres do Ministério da Saúde em média R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), e informou também que esteve visitando outros prédios naquela cidade, com intuito de avaliar dentre os visitados os que melhor acomodariam às condições impostas pelo Ministério.

O referido técnico após as visitas a alguns prédios, foi selecionado um novo espaço físico localizado no bairro Pinheiros em fase de acabamento. Contudo, dependerá de um processo de contratação e disponibilidade orçamentária para esse fim, com previsão para até o dia 30 de junho de 2012, conforme memorando anexo.

Mesmo com o resultado desta reunião, a entidade permanecerá acompanhando cada passo do que foi acertado.

Saiba mais:

A decisão judicial foi expedida pela 3ª Vara da Justiça Federal no Estado de Alagoas, onde determinou a desocupação do Prédio em 48 horas, sem dar condições aos órgãos que ocupavam o referido prédio a retirada dos equipamentos e matérias de trabalho.

A decisão foi anunciada pelo MPF (Ministério Público Federal) em Alagoas, autor da ação que pediu a desocupação do prédio. A ação pediu também a adoção de uma reforma no local, "adequando-o aos padrões atuais de segurança da construção civil ou mesmo na sua demolição”.

Escrito por Carlos Sá Barreto e Silvio Freitas

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